terça-feira, 20 de setembro de 2011

Olá, Lua


Olá, Lua!
Há algum tempo que vivo a te observar enquanto dou os meus vagos passos pela obscuridade dessas noites frias. Ao mesmo tempo em que várias estrelas brilham no céu, bem, eu não consigo tirar os olhos de você, oh Lua, tamanha sua magnitude!
Não sei se juras românticas te agradariam, por isso vivo a fazê-las no meu íntimo, sem deixar que você saiba, apenas enquanto te observo, tento te entender. Entender cada olhar, cada risada, cada gesto com as mãos. Quando estou perto de ti não tenho tempo para fazer tais juras, pois estou concentrado demais admirando o teu brilho.
Há muito venho tentando saber como te agradar... Não é algo tão fácil de se descobrir, acredite, mas persisto na luta, persisto na busca de satisfazer aos teus desejos, às tuas expectativas.
Oh Lua, tão doce é o timbre de sua voz! Tão doce é o teu olhar, o teu jeito personalíssimo de caminhar, teu caráter esmero. Tão linda és tu, oh Lua, por dentro e por fora... Do jeito que sempre procurei... E estais aí, oh Lua, a milhões de quilômetros... E não sei como chegar até você... Mesmo observando, mesmo tentando descobrir como, ainda é difícil. Mas continuo indubitavelmente na decisão de descobrir.
Espero que um dia te agrades de mim, linda Lua que brilha no céu!

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